[VÍDEO] Fenômeno da bioluminescência é registrado mais uma vez em Balneário Piçarras


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O fenômeno da bioluminescência foi registrado novamente na praia de Balneário Piçarras, desta vez na noite deste sábado(2). De maneira geral, a luz azulada que se vê quando as ondas quebram é gerada graças a uma enzima chamada de luciferase, por meio de uma reação exotérmica. Essa enzima é capaz de oxidar uma substância denominada luciferina. Na realização desse processo é liberada energia que emite luz.
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Em 2024, quando o fenômeno ocorreu de maneira muito marcante nas praias de Penha, quando o Penha Online conversou com o professor do Curso de Oceanografia da Univali, Marcio Tamanaha, para entender melhor o que ocorria. Marcio relatou tratar-se de uma microalga dinoflagelada chamada noctiluca scintillans, que naquele momento poderia ter se originada em decorrência das chuvas no continente, e posteriormente trazida para a orla com os ventos, que agem de duas formas: ou eles dispersam as algas, ou as acumula. Quando há o acúmulo, ocorre então o fenômeno que vimos nas praias da região. “Essa alga não é tóxica. É uma alga dinoflagelada que ocorre naturalmente na região, sendo considerada cosmopolita, que ocorre em áreas costeiras do mundo inteiro”, explicou o professor. Lembrando que registros do fenômeno podem ser enviados para o nosso WhatsApp: (47) 99152-0754.  Confira o vídeo a seguir.
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