Homem detalha tentativas de golpe via WhatsApp; criminosos cobram suposta dívida de R$ 46 mil
Um morador de Balneário Piçarras procurou o Piçarras Online para relatar uma série de mensagens suspeitas recebidas por WhatsApp, nas quais criminosos tentam aplicar golpes ao cobrar uma suposta dívida no valor de R$ 46 mil, usando linguagem intimidadora e falsas ameaças judiciais. Segundo o denunciante, as mensagens são recorrentes e simulam notificações extrajudiciais, negativas em cartório, audiências homologadas e até bloqueio de CPF e contas bancárias. Em todas elas, os golpistas fornecem números de telefone 0800 para contato imediato, na tentativa de pressionar a vítima. Entre as mensagens recebidas, estão textos como:
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– Registro de omissão: seu CPF 534 teve avanço extrajudicial com graves consequências de movimentações. 0800 910 7440.
– Prezado, CPF em fase de negativação por novação de título. Evite medidas processuais, resolva urgente. 0800 910 9500.
– Nota oficial: por falta de comparecimento em cartório, seu débito está com medidas judiciais para congelamento das contas. 0800 910 7440.
– Audiência homologada por falta de acordo amigável, deferida a suspensão de contas e CPF. Resolva. 0800 910 9500.”
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Após ver uma publicação do Piçarras Online alertando sobre golpes semelhantes, o morador decidiu compartilhar o caso. “Vi um anúncio hoje que vocês publicaram sobre ligações de fraude via mensagem. Também recebi várias e continuo recebendo. Fui na Civil fazer boletim de ocorrência, mas eles não podem fazer nada, isso é golpe segundo eles. Essas e muitas outras já faz meses que recebo por mensagem de texto, falando que tenho dívida de R$ 46 mil, que estou sendo executado. Mas não respondo nada e nem acesso links deles. Sou morador de Balneário Piçarras”, relatou.
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O caso serve como alerta à população. Em situações semelhantes, a orientação é não responder às mensagens, não clicar em links, não ligar para os números informados e bloquear os contatos. Em caso de insistência, o registro do Boletim de Ocorrência pode ser feito na Polícia Civil, além da denúncia aos canais oficiais das operadoras e plataformas digitais.
